Eu disse que contava o que era e até tentei entender, mas é meio complicado. Tem um monte de explicacoes, um monte de batalhas ganhas por um monte de deus de nome difícil e para resumir tem a ver com iluminação interior de cada ser humano. E por conta dessa iluminação é representado por muitas luzes, lanternas de óleo e banhos também em óleo. Os hindus se saudam e perguntam "Já tomou banho no Ganges?" para representar o tal banho de purificação em óleo ou literalmente para quem pode, o banho sagrado no rio Ganges.
E considerado o mais importante feriado hindu, tão importante quanto o nosso natal. Sendo tempo de harmonização, perdão e boa vontade. E um feriado móvel, de acordo com o calendário lunar indiano, e este ano caiu hoje, 17 de outubro.
Pronto agora que confundi mais do que expliquei vamos ao meu Deepavali: Para começar fomos passear no Istana, residência oficial e escritório do presidente de Cingapura que fica bem no coração da cidade, na badalada Orchard Road. Este local só é aberto ao publico em poucos feriados nacionais. Possui um jardim belíssimo, meio parecido com um campo de golfe, porque o primeiro presidente daqui era super fã do esporte.
Além dos jardins, tivemos acesso ao primeiro andar da residência, onde costumam ocorrer alguns jantares e visitas oficiais. Tudo bem bonito e com uns lustres de cristal que me fizeram perder o fôlego de tão lindos, pena que a gente não podia fotografar.

Prédios do outro lado da Orchard road

Trajes muçulmanos, indianos e ocidentais
Istana Palace
Depois da visita e do almoço em um restaurante japonês/americano delicioso fomos para Little India ver um pouco do Deepavali. Vimos metade da Índia andando pelas ruas do bairro, todo mundo arrumado (veja bem, arrumado, não necessariamente cheiroso) e muitas guirlandas de flores. Aproveitamos para dar uma passadinha no mercado local e comprar frutas e legumes fresquinhos. Uma coisa eu preciso dizer, apesar de alguns odores muito ruins, no geral tinha um cheiro interessante no ar, acho que resultado de tanta pimenta e condimentos diferentes que eles usam na culinária indiana.
Ah, a metade da Índia que estava na rua era a de homens, porque se vi 2 mulheres foi muito. Não sei se elas ficaram em casa cozinhando, ou se porque era feriado, todo o povo da construção civil e naval de Cingapura estava passeando. João disse que parecia o estaleiro em um dia normal de trabalho. E eu parecia a miss Brasil 2000, fiz um sucesso, todos os olhares para a melhor mulher do pedaço (o primeiro que disser que era porque eu era a unica que estava lá vai apanhar).
Cansados e exausto de tanto andar e por conta do calor desértico de Cingapura voltamos para casa e para um banho gelado.
A noite mais Little India. Dessa vez para ver as luzes acesas e fazer uma visita ao templo de Sri Veeramakaliamman Temple, dedicado à deusa hindu Kali, que é a encarnação de Shakti , esposa do Deus Shiva (eu disse que o negocio era complicado). O templo estava bombando. Aliás toda a região bombava com gente saindo pelos ladrões, muitos carros, luzes, restaurantes repletos, um monte de gringo tirando fotografia. Mas nem foi tão bom, faltou uma musiquinha, uma animação, acho que faltou a Ivete Sangalo cantando uns axés.
As luzes do Deepavali

Luzes, carros e gente

O templo


As lanternas
Muitos fiéis

A deusa Kali


Pronto agora que confundi mais do que expliquei vamos ao meu Deepavali: Para começar fomos passear no Istana, residência oficial e escritório do presidente de Cingapura que fica bem no coração da cidade, na badalada Orchard Road. Este local só é aberto ao publico em poucos feriados nacionais. Possui um jardim belíssimo, meio parecido com um campo de golfe, porque o primeiro presidente daqui era super fã do esporte.
Além dos jardins, tivemos acesso ao primeiro andar da residência, onde costumam ocorrer alguns jantares e visitas oficiais. Tudo bem bonito e com uns lustres de cristal que me fizeram perder o fôlego de tão lindos, pena que a gente não podia fotografar.
Prédios do outro lado da Orchard road
Trajes muçulmanos, indianos e ocidentais
Istana Palace
Depois da visita e do almoço em um restaurante japonês/americano delicioso fomos para Little India ver um pouco do Deepavali. Vimos metade da Índia andando pelas ruas do bairro, todo mundo arrumado (veja bem, arrumado, não necessariamente cheiroso) e muitas guirlandas de flores. Aproveitamos para dar uma passadinha no mercado local e comprar frutas e legumes fresquinhos. Uma coisa eu preciso dizer, apesar de alguns odores muito ruins, no geral tinha um cheiro interessante no ar, acho que resultado de tanta pimenta e condimentos diferentes que eles usam na culinária indiana.
Ah, a metade da Índia que estava na rua era a de homens, porque se vi 2 mulheres foi muito. Não sei se elas ficaram em casa cozinhando, ou se porque era feriado, todo o povo da construção civil e naval de Cingapura estava passeando. João disse que parecia o estaleiro em um dia normal de trabalho. E eu parecia a miss Brasil 2000, fiz um sucesso, todos os olhares para a melhor mulher do pedaço (o primeiro que disser que era porque eu era a unica que estava lá vai apanhar).
Cansados e exausto de tanto andar e por conta do calor desértico de Cingapura voltamos para casa e para um banho gelado.
A noite mais Little India. Dessa vez para ver as luzes acesas e fazer uma visita ao templo de Sri Veeramakaliamman Temple, dedicado à deusa hindu Kali, que é a encarnação de Shakti , esposa do Deus Shiva (eu disse que o negocio era complicado). O templo estava bombando. Aliás toda a região bombava com gente saindo pelos ladrões, muitos carros, luzes, restaurantes repletos, um monte de gringo tirando fotografia. Mas nem foi tão bom, faltou uma musiquinha, uma animação, acho que faltou a Ivete Sangalo cantando uns axés.
As luzes do Deepavali
Luzes, carros e gente
O templo
As lanternas
Muitos fiéis
A deusa Kali




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